
O sistema operacional unificado para supply chains.
WMS, TMS, OMS, YMS, Customs, Control Tower, ESG e Financeiro numa única plataforma event-driven, documentados com entidades canônicas, fluxos, enums, endpoints REST e KPIs.
Todos os módulos são faces do mesmo sistema. Compartilham entidades, eventos e contratos canônicos, e cada um está documentado aqui para quem vai operar, integrar ou auditar.
Dez frentes de um supply chain operating system
Cada módulo traz as entidades em português com o code em inglês, fluxos operacionais, enums, endpoints REST e KPIs.
WMS: gestão de armazém
Recebimento, put-away, picking por ondas, packing intelligence, cross-docking, slotting, labor management e controle fiscal de armazém.
TMS: gestão de transporte
Roteirização, freight spot auction, freight audit, CT-e e MDF-e, modal shift, POD digital e carrier risk score.
OMS: gestão de pedidos
Omnichannel, BOPIS, ship-from-store, exception engine, digital twin e a máquina de estados completa do pedido.
YMS: gestão de pátio
Dock scheduling, call-to-dock, kiosk de portaria, check-in e check-out, dwell time e turn time sob controle.
Customs Clearance
NCM/HS, Incoterms, BL, AWB, Single Window, denied party check, Tariff Intelligence e classificação com IA.
Control Tower e digital twin
Cockpit executivo, exception engine, playbooks, network design, capacity planning, peak readiness e GenAI.
ESG e carbon ledger
CO2e, eco-routing, CBAM, automação de compensação, AI-Pack, Reverse Chain Economics e Digital Product Passport.
Financeiro e billing
Accrual engine, rateio de custos, claims e chargebacks, profitability lens, settlement e billing engine.
Arquitetura e stack
Fastify, MongoDB e Angular, multi-tenant, event-driven, MDM unificado, ABAC, Zero Trust e observabilidade.
Glossário completo
Entidades principais, enums, status, roles, planos, padrões internacionais e convenções de código, em português e inglês.
Não é mais um WMS. É um supply chain OS.
Cinco escolhas de arquitetura que valem para todos os módulos, do armazém ao financeiro.
Multi-tenant nativo
Cada cliente é um tenant isolado, com planos (FREE, STARTER, PRO, ENTERPRISE) e papéis granulares (SUPER_ADMIN, TENANT_OWNER, MANAGER, OPERATOR, VIEWER). Escala e governança sem fork.
Event-driven por padrão
Um event ledger central, com correlationId e causationId, captura cada transição de estado e viabiliza rastreabilidade, auditoria, replay, analytics e integração por eventos com ERPs e parceiros.
MDM unificado
Product, Party, Asset, Location e Document Master compartilhados entre WMS, TMS, OMS, YMS e Customs. Sem duplicação e sem divergência semântica.
APIs abertas, ABAC e Zero Trust
Endpoints REST em kebab-case versionados em /api/v1/, autorização ABAC por atributo e integração com os provedores de identidade corporativos.
IA aplicada à execução
Classificação aduaneira por IA, slotting inteligente, carrier risk score, ETA preditivo, GenAI para playbooks no Control Tower e recomendações de reposição.
De OPS standalone a supply chain OS
Um único motor de workflow encadeia pedido, alocação, picking, carregamento, trânsito, desembaraço e entrega. Cada passo emite um evento canônico no mesmo ledger.
- Pedido omnichannelOMS · orders
- Alocação e pickingWMS · movements
- Doca agendadaYMS · dockSchedules
- CarregamentoYMS · yardVehicles
- MDM e event ledgerbusinessEvents
- Trânsito e CT-eTMS · shipments
- DesembaraçoCustoms · declarações
- Entrega e PODTMS · POD digital
- Control TowerExceções e playbooks
- ESG e financeiroCarbono, custo e margem
Fluxo ilustrativo de um pedido entre os módulos.
Por que um supply chain operating system
A era dos sistemas ilhados
Durante três décadas, a cadeia de suprimentos foi operada por uma colcha de sistemas independentes: WMS no armazém, TMS no transporte, OMS no pedido, YMS no pátio e Customs no comércio exterior. Cada um com seu modelo de dados, seus enums, seus papéis e seu ciclo de release, ligados por integrações ponto a ponto via arquivos, filas ou webhooks frágeis.
O resultado: dados duplicados, divergência semântica entre áreas, KPIs que nunca batem e uma equipe de integração crescendo no ritmo do negócio. O NexLog OS parte da premissa inversa: esses módulos são faces de um mesmo sistema e compartilham entidades, eventos e contratos canônicos.
O que muda com um sistema operacional unificado
Quando Armazém (warehouses), Remessa (shipments), Pedido (orders), Agendamento de Doca (dockSchedules) e Declaração Aduaneira (tradeDeclarations) vivem no mesmo MDM, surgem três propriedades.
Orquestração: um único motor de workflow encadeia pedido omnichannel, alocação, picking, expedição, carregamento, trânsito, desembaraço e entrega, sem gateways intermediários.
Observabilidade: o event ledger central (businessEvents) correlaciona eventos com correlationId e causationId e entrega rastreabilidade de ponta a ponta, pronta para auditoria, replay e IA.
Analytics sem ETL: dashboards executivos e operacionais consomem o próprio MongoDB operacional com agregações tipadas, sem duplicar dados num data warehouse secundário para as perguntas comuns.
IA aplicada e o futuro da execução logística
A próxima década da cadeia de suprimentos será escrita por sistemas que combinam execução transacional determinística com camadas de IA contextual. No NexLog OS isso aparece como Tariff Intelligence na classificação aduaneira, slotting inteligente no WMS, carrier risk score no TMS, ETA preditivo no Control Tower, GenAI para redigir playbooks de exceção e recomendações contínuas de reposição no OMS.
Todos esses agentes consomem o mesmo núcleo de eventos e o mesmo MDM, sem um data lake paralelo para alimentá-los. É o que faz dados, execução e inteligência andarem juntos.
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