Ponto a ponto
Um sistema conversa direto com outro. Simples e barato para poucas integrações estáveis — mas vira um emaranhado difícil de manter quando os sistemas se multiplicam.
- Rápido de entregar
- Ideal para 1–2 integrações
- Conectores dedicados
Conectamos ERP, CRM, e-commerce, marketplaces e sistemas legados para que pedido, estoque, preço e fiscal fluam em tempo real — via APIs, eventos, MuleSoft/iPaaS e conectores dedicados.
Integramos com
A CCX escolhe o modelo certo para o cenário em vez de forçar uma bala de prata. Muitas operações combinam os três.
Um sistema conversa direto com outro. Simples e barato para poucas integrações estáveis — mas vira um emaranhado difícil de manter quando os sistemas se multiplicam.
Uma camada central orquestra as trocas com APIs reutilizáveis, governança e observabilidade. Indicado para malhas com muitos sistemas e várias equipes consumindo as mesmas APIs.
Sistemas trocam mensagens assíncronas via Kafka ou RabbitMQ. Resiliente, auditável e escalável — cada sistema publica e consome eventos no seu ritmo, com idempotência e DLQ.
Cada frente de integração tem uma página dedicada com arquitetura de referência, cases e perguntas frequentes.
SAP S/4HANA e Commerce Cloud integrados a VTEX, Shopify, Salesforce e marketplaces via SAP CPI, BTP e eventos.
TOTVS Protheus conectado ao e-commerce e a marketplaces para pedido, estoque, preço, fiscal e logística — sem fila travada.
Arquitetura API-led com MuleSoft Anypoint: APIs reutilizáveis, governança, segurança e observabilidade para integração enterprise.
Unificação de dados cross-canal no Data Cloud (CDP) para ativar audiências em marketing, commerce e atendimento.
Integração de sistemas é a disciplina de conectar softwares que não foram feitos para conversar — ERP, CRM, e-commerce, marketplaces, WMS, plataformas de marketing e sistemas legados — de modo que os dados críticos do negócio (pedido, estoque, preço, cliente, nota fiscal) fluam entre eles em tempo real e com consistência garantida. Na prática, é a camada invisível onde a maioria dos projetos digitais vive ou morre: uma loja bonita que não sincroniza estoque com o ERP, ou um CRM que não recebe os pedidos, entrega uma péssima experiência mesmo com o resto impecável.
Existem três grandes tipos de integração. Ponto a ponto (um sistema fala direto com outro) — simples, mas vira um emaranhado difícil de manter quando os sistemas crescem. Via middleware/iPaaS (uma camada central orquestra as trocas) — governável e reutilizável, indicada para malhas com muitos sistemas. E orientada a eventos (event-driven) — assíncrona, resiliente e auditável, indicada para alto volume. A CCX Company projeta e implementa os três modelos, escolhendo o certo para o cenário em vez de forçar uma bala de prata.
Planejar um projeto de integração começa por mapear os sistemas, os dados mestres e os eventos de negócio, definir a fonte da verdade de cada dado (quem manda no estoque? quem manda no preço?), e desenhar contratos de API versionados. A CCX trata integração como projeto de engenharia — com idempotência, retry, Dead Letter Queue, reconciliação e observabilidade — e não como um script frágil que quebra na primeira mudança.
A integração entre ERP e e-commerce é o cenário mais comum e o mais crítico do varejo digital brasileiro. Pedido que não desce para o ERP, estoque desatualizado que gera venda sem produto, preço divergente entre canais, NF-e que não emite — todos são sintomas da mesma causa: integração mal arquitetada. A CCX integra os principais ERPs do mercado (SAP S/4HANA, TOTVS Protheus, Bling, Tiny, Oracle) às principais plataformas de e-commerce (VTEX, Shopify, Salesforce Commerce) e a marketplaces, cobrindo pedido, estoque, preço, cliente, fiscal e logística.
O padrão que evita furo de estoque é combinar sincronização de estoque em tempo quase real com reconciliação periódica: cada movimento gera um evento idempotente, e um job de reconciliação corrige eventuais divergências. Para o fiscal brasileiro (NF-e, NFC-e, CT-e), a integração precisa respeitar as regras por estado e a sequência correta de emissão. A CCX já entregou mais de 200 integrações enterprise e trata cada conector com testes automatizados e monitoramento — para que o time de operação não descubra o problema pelo cliente reclamando.
Arquitetura orientada a eventos (event-driven) integra sistemas por mensagens assíncronas em vez de chamadas síncronas acopladas. Em vez de o e-commerce esperar o ERP responder (e travar se ele estiver lento), o e-commerce publica um evento de 'pedido criado' e segue; o ERP, o WMS e o CRM consomem esse evento no seu ritmo. Isso traz três ganhos: resiliência (um sistema fora do ar não derruba os outros), escala (múltiplos consumidores em paralelo) e auditabilidade (o log de eventos é a fonte da verdade).
Os pilares técnicos são idempotência (processar o mesmo evento duas vezes não duplica o efeito), retry com backoff exponencial (tentar de novo sem sobrecarregar), Dead Letter Queue (isolar mensagens problemáticas sem travar a fila) e versionamento de eventos (evoluir o contrato sem quebrar consumidores). A CCX implementa event-driven sobre Kafka e RabbitMQ, com Outbox pattern para garantir que nenhum evento se perca entre o banco e o broker — a mesma engenharia que sustenta as próprias plataformas da CCX, como o CCX Message e o NexLog OS.
MuleSoft Anypoint é a plataforma iPaaS (integration Platform as a Service) que a CCX usa para arquiteturas API-led: em vez de integrações ponto a ponto que viram espaguete, você constrói APIs reutilizáveis em camadas (system, process, experience) com governança, segurança e observabilidade centralizadas. A pergunta não é 'MuleSoft é bom?' — é 'quantas integrações você tem e quanto reuso e governança você precisa?'.
Para poucas integrações estáveis, conectores dedicados são mais baratos e simples. Para dezenas de sistemas, múltiplas equipes consumindo as mesmas APIs e necessidade de governança (quem acessa o quê, com que rate limit, com qual SLA), um iPaaS como MuleSoft se paga rápido — porque cada nova integração reaproveita APIs existentes em vez de começar do zero. A CCX faz esse diagnóstico com honestidade: implementamos MuleSoft quando ele se justifica e conectores dedicados quando não — sem empurrar licença que você não precisa.
A CCX conduz projetos de integração em fases: discovery (mapa de sistemas, dados mestres, eventos e fonte da verdade), arquitetura (modelo de integração — eventos, iPaaS ou conectores; contratos de API versionados), build (implementação com testes automatizados e ambientes isolados), go-live (cutover com janela de paralelismo e plano de rollback) e sustentação (monitoramento, reconciliação e evolução). Cada conector nasce com idempotência, retry, DLQ e observabilidade — não como remendo depois.
O diferencial de uma integração bem feita aparece no que não acontece: estoque não fura, pedido não some, fiscal não trava, e o negócio consegue lançar um novo canal ou marketplace reaproveitando a malha existente em vez de refazer tudo. A CCX assume responsabilidade pela consistência dos dados entre sistemas, com governança quinzenal e relatórios de saúde da integração.
O custo de um projeto de integração varia com três fatores: o número de sistemas a conectar, o volume de eventos/transações e a criticidade (fiscal e financeiro exigem mais rigor). Integrações pontuais — um ERP a um e-commerce, por exemplo — partem de dezenas de milhares de reais. Malhas de integração enterprise, com múltiplos sistemas, marketplaces, governança de APIs e SLA, entram no escopo de projeto plurianual com squad dedicado.
A CCX faz um diagnóstico gratuito do cenário de integração e entrega um TCO por fase, para você comparar o custo de construir e manter a integração com o custo (frequentemente maior e invisível) de operar com sistemas desconectados: retrabalho manual, erros de estoque, perda de venda e horas de conciliação. Solicite o diagnóstico e receba um roadmap de integração com prioridades e estimativas reais.
O que é, tipos, custo, ERP ↔ e-commerce, event-driven e MuleSoft — as dúvidas mais comuns sobre projetos de integração.
É conectar sistemas que não conversam — ERP, CRM, e-commerce, marketplaces, WMS e legados — para que dados de pedido, estoque, preço, cliente e fiscal fluam em tempo real e com consistência. A CCX integra via APIs, eventos, iPaaS (MuleSoft) e conectores dedicados.
Com arquitetura event-driven e padrão de idempotência, retry e Dead Letter Queue: cada evento de pedido/estoque é processado uma única vez e reconciliado periodicamente. A CCX integra SAP, Protheus, Bling e Tiny a VTEX, Shopify, Salesforce e marketplaces.
Varia com o número de sistemas, o volume de eventos e a criticidade fiscal. Integrações pontuais partem de dezenas de milhares de reais; malhas enterprise com múltiplos sistemas e SLA entram no escopo de projeto. A CCX faz diagnóstico gratuito e TCO por fase.
Depende do número de integrações e da governança necessária. Para poucas integrações, conectores dedicados bastam. Para dezenas de sistemas com reuso e governança de APIs, um iPaaS como MuleSoft se paga. A CCX faz o diagnóstico e implementa os dois modelos.
É integrar por eventos assíncronos (Kafka, RabbitMQ) em vez de chamadas síncronas acopladas. Garante resiliência, auditabilidade e escala — cada sistema publica/consome eventos com idempotência e DLQ. Indicada para operações de alto volume e múltiplos consumidores.
Sim. Via CCX Message (WhatsApp Business API) e conectores de CRM (Salesforce, HubSpot, Zendesk), integramos atendimento, carrinho abandonado, OTP e pós-venda ao ERP e ao e-commerce, com webhooks assinados e rate limit por tenant.
Faça um diagnóstico gratuito do seu cenário de integração. Em 7 dias entregamos um roadmap com prioridades, arquitetura recomendada e TCO por fase.