Por que a maioria dos projetos de IA empresarial falha (e como a CCX aborda diferente)
O erro mais comum em projetos de IA é começar pelo modelo: a empresa escolhe GPT-4, Claude ou Gemini antes de entender qual problema de negócio resolve. O resultado é um piloto interessante mas sem ROI. A CCX Company inverte a ordem: começamos por mapear os três a cinco fluxos de trabalho onde o tempo humano é mais caro e repetitivo — atendimento, análise de documentos, reconciliação, revisão de contratos, pesquisa de mercado, triagem de tickets.
Para cada fluxo, desenhamos um protótipo com a menor infra possível (API direta ao modelo + prompt engineering + avaliação humana) e medimos três coisas: (1) qualidade comparada ao baseline humano, (2) custo por tarefa em dólares, (3) tempo-para-resposta. Se os três indicadores passam o critério, promovemos o protótipo a produção com guardrails, telemetria e feedback loop.
Esse approach evita o syndrome do 'paper production' (IA usada só para relatórios impressionantes sem integrar ao processo) e o syndrome do 'fine-tune prematuro' (empresa gastando com fine-tuning de modelos sem antes explorar RAG, prompt engineering e context engineering).