Custo de infra e devops
Magento exige servidores robustos, Elastic, Redis, RabbitMQ, Varnish e um time de devops permanente. VTEX é SaaS: zero servidor, zero upgrade, zero patch. O TCO cai significativamente já no primeiro ano.
Sair de Magento 2 ou Adobe Commerce para VTEX significa eliminar custo de infraestrutura, acelerar time-to-market e ganhar uma plataforma SaaS nativa de commerce. A CCX Company executa a migração ponta a ponta preservando catálogo, clientes, histórico de pedidos e SEO.
200+
Projetos entregues
10+
Anos de mercado
50+
Especialistas
98%
Satisfação de clientes
Magento exige servidores robustos, Elastic, Redis, RabbitMQ, Varnish e um time de devops permanente. VTEX é SaaS: zero servidor, zero upgrade, zero patch. O TCO cai significativamente já no primeiro ano.
Magento 1 já está descontinuado; Magento 2 exige upgrades constantes e caros, com breaking changes frequentes. VTEX entrega inovação sem upgrade de versão — releases contínuas transparentes.
Sem squad experiente e infra muito bem afinada, é difícil entregar LCP mobile abaixo de 2,5 s no Magento. Em VTEX IO + FastStore, performance vem como default de plataforma.
VTEX tem conectores nativos com mercado livre, Amazon, Magalu, Shopee, gateways brasileiros e antifraude. No Magento, cada integração é um custo contínuo de manutenção.
Para operações B2B ou multi-marca, a VTEX oferece B2B Suite maduro e multi-account nativo. No Magento, isso costuma virar customização pesada e fornecedora.
A disponibilidade de profissionais VTEX no Brasil é muito maior que a de Magento, reduzindo risco de fornecedor e custo de contratação.
Framework de seis fases, adaptado a operações B2C e B2B que vêm de Magento 2 ou Adobe Commerce, com foco em reduzir risco e preservar SEO.
Auditoria do Magento atual: módulos custom, extensões de marketplace, volumetria, integrações, dívida técnica e custo operacional mensal. Saída: recomendação com ROI estimado.
Arquitetura alvo em VTEX, matriz de integrações, plano de migração de dados, estratégia de SEO, cronograma e plano de cutover. Saída: blueprint e kick-off.
Provisionamento da conta VTEX, repositórios, CI/CD, ambientes, acessos e observabilidade. Saída: stack pronta para desenvolvimento.
Construção do storefront FastStore, configuração de catálogo, promoções, B2B quando aplicável, integrações com ERP/OMS/WMS e ETL dos dados históricos do Magento.
Janela coordenada: congelamento do Magento, sincronização final de pedidos e clientes, apontamento de DNS, redirects 301 e ativação do monitoramento. Saída: VTEX em produção.
30–90 dias de acompanhamento com war room, SLAs agressivos e tuning fino de performance, SEO e conversão até a plena estabilização.
Perda de tráfego orgânico após o cutover.
Workstream de SEO desde a fase 02: matriz de 301 cobrindo URLs canônicas do Magento, preservação de metadados e monitoramento diário pós go-live.
Histórico de pedidos e clientes perdido ou inconsistente.
ETL versionado com validação automatizada, reconciliação por totais, amostragem manual e execução em rodadas controladas antes do cutover.
Módulos Magento customizados sem equivalente direto em VTEX.
Mapeamento funcional na fase 01, recriação usando apps VTEX nativos quando existem e desenvolvimento de apps IO dedicados quando não.
Integrações de marketplace parando no cutover.
Uso de conectores VTEX nativos e/ou integração via middleware com testes E2E completos em stage antes do go-live.
Equipe interna acostumada com operação Magento.
Enablement contínuo: treinamentos práticos da UI VTEX, comparativos passo a passo com o Magento e hypercare com o time interno operando junto.
Projetos típicos de 3 a 7 meses
Sob diagnóstico
Squad de 4 a 7 pessoas
Prazos e valores variam conforme volumetria, customizações, B2B/B2C e número de integrações. Estimativa precisa é entregue ao final do diagnóstico.
O Magento foi durante muitos anos a principal alternativa open-source para e-commerces que queriam controle total. O custo escondido desse controle, porém, é alto: servidores dedicados ou nuvem cara, times de devops permanentes, upgrades que quebram customizações, módulos pagos que não evoluem no ritmo da plataforma e um Core Web Vitals que raramente fica verde sem investimento pesado. Operações que começaram pequenas e cresceram para dezenas ou centenas de milhões em GMV estão descobrindo que manter Magento por mais cinco anos custa mais que migrar para uma SaaS moderna. Em paralelo, Adobe Commerce evoluiu em direção a B2B e corporate, mas com custos de licença elevados. A VTEX, native SaaS e com presença dominante no Brasil, entrega o mesmo nível de capacidade com TCO consistentemente menor.
Migrações de Magento têm riscos específicos de SEO: estruturas de URL de catálogo são muito flexíveis no Magento e podem mudar de formato na VTEX, sitemaps dinâmicos têm regras diferentes, e módulos de filtros facetados podem indexar milhares de URLs paralelas. Na CCX, o workstream de SEO começa com auditoria completa do Magento atual — URLs mais visitadas, URLs com backlinks, performance por template — e define uma matriz de redirects 1:1 para os casos críticos, e estratégias de preservação de slug para o resto. O sitemap é reconstruído com cuidado, metadados críticos são replicados, e o monitoramento pós go-live acompanha indexação, ranking e tráfego orgânico diariamente.
O catálogo Magento costuma ter estruturas ricas de atributos, sets de atributos, super attributes, produtos configuráveis, bundle e grouped. O mapeamento para VTEX passa por revisar essa modelagem, muitas vezes aproveitando para simplificar o que cresceu descontrolado ao longo dos anos. Atributos viram specifications, produtos configuráveis viram SKUs com assembly options ou variações, e regras de preço e promoção são traduzidas para a engine de promoções da VTEX. A CCX tem ferramentas internas de ETL que automatizam boa parte desse mapeamento e permitem rodadas incrementais de carga com reconciliação, o que reduz drasticamente o risco de chegar no cutover com catálogo inconsistente.
Um Magento maduro costuma ter um emaranhado de módulos pagos para marketplaces, ERP, gateways e antifraude. Na VTEX, boa parte dessas integrações é nativa ou está disponível via apps oficiais. Para ERP, usamos conectores prontos com TOTVS, SAP, Oracle, Protheus, Senior ou middleware próprio. Para marketplaces, usamos os conectores VTEX com Mercado Livre, Amazon, Magalu, Shopee e outros. Para gateways e antifraude, o portfólio VTEX cobre praticamente todos os grandes players do Brasil. Resultado: o cliente sai de uma paisagem de módulos pagos para uma operação integrada de plataforma.
Do lado do time interno, a migração Magento → VTEX simplifica muito a operação diária. Ao invés de um time dividido entre devops, backend Magento, frontend e integrações, a operação passa a demandar um time enxuto de negócio e configuração, com poucos desenvolvedores focados em extensões e customizações leves em React/TypeScript. A CCX entrega não só a migração como o enablement do time interno, com trilhas de capacitação para marketing, TI, suporte e operação. Após o hypercare, a maioria dos clientes mantém a CCX em modelo de squad sob demanda ou advisory mensal, com time interno operando de forma autônoma o dia a dia.
Projetos típicos rodam de 3 a 7 meses. Operações B2C mais simples ficam na faixa de 3–4 meses; B2B complexos ou multi-marca podem chegar a 9 meses.
Depende de volumetria, customizações, quantidade de integrações e complexidade B2B. Entregamos estimativa detalhada ao final do diagnóstico.
Em geral, a janela efetiva de downtime fica em poucas horas concentradas em horário de baixo tráfego. Com estratégias blue/green e sincronização final, o impacto percebido é muito baixo.
Migramos o histórico relevante para a VTEX (últimos 12–24 meses) e arquivamos o restante em data lake para consulta via BI e compliance.
Sim, com disciplina de processo. Usamos matriz de redirects 301, preservação de slugs, metadados e sitemap controlado, com monitoramento diário pós go-live.
Migramos catálogos grandes com ETL dedicada, execução em rodadas e testes de performance de catálogo e busca antes de promover para produção.
Sim. Boa parte delas é nativa na VTEX ou está disponível via apps oficiais. Integrações custom são re-arquiteturadas e testadas E2E antes do cutover.
O cliente participa em decisões, aprovações e aceite. A execução fica com a squad CCX. Em paralelo, trabalhamos enablement para o time interno assumir a operação com autonomia.
Agende um diagnóstico gratuito. Em duas semanas você tem um plano completo de migração com ROI estimado, cronograma e matriz de riscos.
+55 (11) 2427-6839 • [email protected]