Pintura a óleo em azul: analista de dados apresenta gráficos numa parede de vidro para dois executivos
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Dados brutos viram decisões estratégicas.

Arquitetura de dados moderna, dashboards executivos, modelos preditivos e governança LGPD, entregues por um time sênior do diagnóstico à sustentação.

Não vendemos tecnologia: ajudamos a escolher. Desenhamos a arquitetura, construímos os pipelines e entregamos dashboards e modelos que rodam em produção, com governança desde o primeiro dia.

Da fonte ao insight, numa plataforma única

Quatro camadas, origem, ingestão, armazenamento e consumo, com integração nativa e observabilidade de ponta a ponta.

  1. ERPPedidos, fiscal e estoque
  2. CRMClientes e oportunidades
  3. E-commerceLoja, APIs e eventos
  4. Ingestão e CDCFivetran e Airbyte
  5. PipelinesOrquestração em Airflow
  6. Data warehouseSnowflake ou BigQuery
  7. Modelagemdbt, testes e documentação
  8. Qualidade e LGPDLineage e observabilidade
  9. BI e dashboardsPower BI ou Looker
  10. Analytics e MLPrevisão e scoring
  11. DecisãoKPIs confiáveis por área

Arquitetura de referência. As ferramentas de cada camada mudam conforme a stack que a empresa já usa.

O que entregamos em dados

Quatro frentes tocadas pelo mesmo squad, com analytics engineer, data engineer e cientista de dados no mesmo time.

Engenharia de dados

Pipelines confiáveis que rodam sozinhos, com orquestração, testes automatizados, observabilidade e CI/CD. Acabou o cron job perdido numa máquina virtual.

  • Warehouse em Snowflake, BigQuery ou Databricks, com modelagem dimensional.
  • Ingestão ELT com Fivetran, Airbyte e captura de mudanças (CDC).
  • Transformações em dbt, versionadas, testadas e documentadas.
  • Orquestração em Airflow e deploy de modelos por CI/CD.

BI e dashboards

Power BI, Tableau ou Looker com modelagem semântica sólida, segurança por linha e atualização confiável. Adoção real, não só dashboards bonitos.

  • Modelagem em estrela (Kimball) e métricas DAX otimizadas.
  • Segurança por linha (RLS) e workspaces por área.
  • Refresh incremental e pipelines de deploy em Dev, QA e Prod.
  • LookML versionado e analytics embarcado em produtos digitais.

Governança e qualidade

Governança de verdade, não política em PDF: catálogo, lineage, contratos de dados e LGPD desde o primeiro dia.

  • Catálogo de dados e glossário de negócio versionado.
  • Lineage automático da fonte ao dashboard.
  • Mascaramento dinâmico, tokenização e direitos do titular.
  • Alertas de atualização, volume e mudança de schema.

Analytics avançado

Do dashboard à decisão automatizada: modelos preditivos, IA generativa e automações que rodam em produção.

  • Previsão de demanda com séries temporais e redes neurais.
  • Propensão de compra, churn e LTV por cliente.
  • Perguntas em linguagem natural sobre o warehouse.
  • MLOps com Vertex AI, SageMaker e MLflow.

Qual ferramenta faz sentido para você

Somos agnósticos de stack. No diagnóstico, a escolha sai do perfil de quem vai usar, da maturidade analítica e do custo total da operação, não de um pacote fechado.

Power BIEmpresas na stack Microsoft e times com muitos consumidores casuais. Star schema com DAX, workspaces com segurança por linha e Copilot.
TableauExploração visual profunda e usuários técnicos. Cálculos em LOD, dashboards ricos e Tableau Pulse.
LookerBI como código e analytics embarcado em produtos SaaS. LookML versionado em Git e camada semântica rigorosa.
MetabaseTimes enxutos e de engenharia que querem BI sem burocracia, em código aberto.
SnowflakeWarehouse multi-cloud com computação e armazenamento separados e controle de custo por carga.
BigQueryServerless e integrado ao Google Analytics 4 e à Vertex AI; escolha natural para quem já está no Google Cloud.
DatabricksLakehouse com Delta Lake e Unity Catalog, para quando ML e engenharia em Spark viram o centro do produto.

Qual a maturidade de dados da sua empresa?

Quatro estágios, do relatório em planilha à decisão automatizada. O diagnóstico mostra onde a operação está e os próximos passos.

Fazer o diagnóstico

Reativo

Planilhas e exports manuais. Cada área tem o próprio número.

  • Centralizar os dados num warehouse cloud.
  • Trocar planilhas críticas por dashboards versionados.
  • Inventariar fontes e dados pessoais (LGPD).

Repetível

Banco operacional e relatórios pontuais, que levam dias para sair.

  • Transformações versionadas e testadas em dbt.
  • Catálogo de dados com glossário de negócio.
  • Metas de atualização e qualidade por pipeline.

Gerenciado

Warehouse centralizado e métricas alinhadas entre as áreas.

  • Observabilidade de dados.
  • Time de analytics engineering estruturado.
  • Primeiros modelos de ML operados com MLOps.

Otimizado

Fonte única da verdade, com lineage e auditoria contínua.

  • IA generativa e self-service avançado.
  • Data products e arquitetura mesh.
  • Dados servidos às áreas por APIs internas.

Diagnóstico de maturidade em dados

Cinco perguntas, cerca de dois minutos. No fim, você vê o estágio da sua operação e três próximos passos para avançar.

As respostas ficam no seu navegador. Nada é enviado até você pedir o diagnóstico por e-mail.

Pergunta 1 de 5

Como sua empresa consolida dados hoje?

Quatro etapas para virar uma operação orientada por dados

  1. 1

    Discovery e assessment

    Mapeamos fontes, KPIs, lacunas e objetivos de negócio e entregamos o roadmap.

  2. 2

    Arquitetura e MVP

    Desenhamos a stack e colocamos o primeiro caso de uso em produção.

  3. 3

    Escala

    Adicionamos novas fontes, dashboards, modelos e governança.

  4. 4

    Sustentação

    Time dedicado à evolução, com observabilidade e monitoramento contínuo.

Perguntas frequentes

Por onde começa um projeto de dados com a CCX?

Pelo diagnóstico de maturidade: mapeamos fontes, KPIs por área, gargalos e objetivos. Dali sai o roadmap e o primeiro caso de uso, que vai para produção antes de qualquer expansão.

Vocês trabalham com qual ferramenta de BI?

Com Power BI, Tableau, Looker e Metabase. Somos agnósticos de stack: a escolha depende do perfil de quem consome, da maturidade analítica e do custo total, e não de um pacote fechado.

Precisamos de um data warehouse?

Se os números vivem em planilhas e em bancos operacionais, centralizar num warehouse cloud (Snowflake, BigQuery ou Databricks) costuma ser o primeiro passo. É o que dá uma fonte única da verdade para dashboards e modelos.

Como a LGPD entra no projeto?

Desde o primeiro dia: mapeamento de dados pessoais, mascaramento dinâmico e tokenização, direitos do titular, bases legais auditáveis e logs de acesso com retenção configurável.

Dá para usar IA sobre os nossos dados?

Sim. Com uma camada semântica validada, é possível fazer perguntas em linguagem natural ao warehouse, além de modelos de previsão de demanda, churn e LTV em produção.

O conhecimento fica com o nosso time?

Fica. Toda entrega sai documentada em dbt docs, com catálogo consultável e treinamento por perfil: executivo, analista e técnico.

A CCX continua depois da entrega?

Na etapa de sustentação, um time dedicado cuida da evolução da plataforma, da observabilidade dos pipelines e do monitoramento contínuo.

Guia de dados e BI enterprise

A stack moderna para decisão em tempo real: arquitetura, warehouse, BI, governança e IA aplicada, do jeito que a CCX implementa.

Arquitetura moderna: lakehouse, ELT e camadas Medallion

A arquitetura de referência combina as camadas Bronze (dado bruto), Silver (limpo e conformado) e Gold (pronto para o negócio) sobre um lakehouse ou warehouse. Isso separa responsabilidades, permite reprocessar sem duplicar e dá rastreabilidade de ponta a ponta.

A ingestão é ELT, não ETL: Fivetran para conectores SaaS, Airbyte para conectores próprios e CDC para bancos transacionais. As transformações ficam em dbt, com testes, documentação e CI/CD, e a observabilidade avisa o time antes de o problema chegar ao dashboard.

Snowflake, BigQuery, Redshift ou Databricks

Snowflake separa computação e armazenamento e roda em AWS, Azure e GCP. BigQuery é serverless e a escolha natural para quem já está no Google Cloud. Redshift faz sentido para operações muito apoiadas na AWS. Databricks é a escolha quando ML e engenharia em Spark viram o centro do produto.

Na maioria dos projetos, a primeira stack é Snowflake, dbt e Fivetran com a ferramenta de BI que o time já usa, e evolui para Databricks quando ML passa a ser central.

Power BI, Tableau, Looker ou Metabase

Power BI encaixa em operações Microsoft com muitos consumidores casuais. Tableau vence na exploração visual profunda. Looker é BI como código, com camada semântica rigorosa e analytics embarcado. Metabase atende times enxutos que querem BI sem burocracia.

A CCX implementa as quatro e ajuda a escolher pelo perfil de usuário, maturidade analítica e custo total.

Governança, LGPD e cultura de dados

A maioria dos projetos falha por falta de dono e de processo, não de tecnologia. O framework é enxuto: donos de dados no negócio, stewards no time de dados, catálogo, contratos de dados entre produtores e consumidores e um comitê que aprova mudanças na camada Gold.

Na LGPD: classificação de dados pessoais, mascaramento por políticas no warehouse, pseudonimização e direito ao esquecimento com trilha de auditoria. A cultura de dados entra no escopo, com documentação acessível ao negócio e treinamento por perfil.

IA aplicada: do warehouse ao agente em produção

A stack de dados alimenta três tipos de IA: analytics preditiva (churn, LTV, previsão), recomendação em produção via feature store e IA generativa conectada ao warehouse, com agentes que respondem perguntas do negócio em linguagem natural.

A camada semântica é pré-requisito: sem ela, o agente inventa métricas. Por isso recomendamos começar por perguntas em linguagem natural sobre a camada semântica antes de partir para agentes complexos.

Fale com um arquiteto de dados.

Trinta minutos com um engenheiro da CCX, sem custo, para mapear sua stack atual, os gargalos e o caminho até uma operação orientada por dados.