Pintura a óleo em azul: desenvolvedora testa um aplicativo em dois celulares ao lado de um notebook aberto
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Apps nativos e cross-platform para enterprise.

React Native, Flutter, Swift e Kotlin com arquitetura enterprise, CI/CD automatizado, conformidade com a LGPD e integração com SAP, Salesforce e ERPs.

Um app enterprise não vive sozinho: conversa com ERP, CRM e e-commerce, passa pela revisão das lojas a cada versão e precisa ser medido em produção. Projetamos cada camada, do framework ao monitoramento.

Stack mobile completa, do código à distribuição

Cada camada da aplicação, do framework ao monitoramento em produção, com CI/CD automatizado e distribuição contínua.

  1. React NativeCross-platform
  2. FlutterFramework em Dart
  3. iOS e AndroidSwift e Kotlin
  4. Gateway de APIsREST, GraphQL e BFF
  5. IdentidadeOAuth e biometria
  6. Push e tempo realFCM, APNs e WebSocket
  7. Firebase e BaaSServiços de backend
  8. Pipeline CI/CDFastlane e Bitrise
  9. Crash e APMSentry e Datadog
  10. App Store e PlayDistribuição nas lojas
  11. Atualização OTACodePush e EAS Update

Do framework à loja, com CI/CD automatizado e monitoramento em produção. As ferramentas de cada camada mudam conforme o projeto.

O que entregamos em mobile

Quatro frentes no mesmo time, cross-platform, nativo, Flutter e design, com o mesmo padrão de engenharia.

React Native

Apps cross-platform com performance nativa, usando a New Architecture e módulos nativos onde a performance pede.

  • New Architecture com Fabric, TurboModules e Hermes.
  • Módulos nativos customizados em Swift e Kotlin.
  • Expo e compartilhamento de código com a web via React Native Web.
  • Atualizações OTA e feature flags em produção.

Nativo iOS e Android

Swift e SwiftUI, Kotlin e Jetpack Compose, quando a performance é inegociável e o app precisa de APIs profundas do sistema.

  • Face ID, Touch ID, keychain seguro e certificate pinning.
  • Push rico com APNs e FCM, deep linking e sincronização offline-first.
  • Geofencing, rastreio em segundo plano, Apple Maps e Google Maps.
  • Pagamentos in-app com StoreKit 2, Google Billing e assinaturas.

Flutter

Um único código para iOS, Android, web e desktop, com rendering próprio, para apps fortemente visuais.

  • Widgets customizados a 60 ou 120 quadros por segundo.
  • BLoC, Riverpod ou GetX, conforme a complexidade.
  • Offline-first com drift ou hive e estratégias de sincronização.
  • Ofuscação, secure storage e detecção de root e jailbreak.

UX e design mobile

Pesquisa, design e dados antes de qualquer linha de código, com interfaces que seguem o padrão de cada sistema.

  • Pesquisa com usuários, personas e jornadas.
  • Design system com Human Interface Guidelines e Material Design 3.
  • Protótipos interativos no Figma, testados com usuários reais.
  • Acessibilidade com VoiceOver, TalkBack, Dynamic Type e contraste WCAG AA.

Qual tecnologia faz sentido para o seu app

A escolha sai de três variáveis: latência aceitável, acesso a recursos nativos e velocidade de lançamento. Validamos no discovery, com teste de performance e revisão do roadmap.

React NativePadrão para quem precisa de iOS e Android ao mesmo tempo. A maior parte do app em JavaScript, com módulos nativos pontuais onde a performance é crítica.
FlutterApps fortemente visuais, como dashboards com animações complexas e ferramentas de design, com um único código e rendering próprio.
Swift e SwiftUIiOS nativo quando há requisito extremo de latência ou integração profunda com SDKs sem versão cross-platform.
Kotlin e ComposeAndroid nativo com suporte a foldables, tablets e Wear OS, e acesso direto a hardware, como leitores de código de barras.
PWAQuando o app é essencialmente um frontend web e não precisa estar nas lojas.
MDM corporativoPara apps de uso interno, distribuição por Intune, Jamf ou Workspace ONE no lugar das lojas públicas, com controle dos dispositivos.

Em que fase está o seu app?

Da ideia ao app em escala, a consultoria mobile entra onde o produto está hoje e define os próximos passos.

Ideia

O app ainda é uma hipótese de produto.

  • Definição de MVP e roadmap de funcionalidades.
  • Análise de mercado e business case.
  • Protótipo interativo testado com usuários.

Primeira versão

App em construção ou recém-publicado.

  • Design system e arquitetura modular.
  • CI/CD do commit à publicação nas lojas.
  • Testes E2E com Detox ou Maestro.

Em produção

App publicado, com usuários e problemas reais.

  • Crash e APM com Sentry ou Datadog.
  • Profiling de CPU, memória, rede e bateria.
  • Auditoria de segurança com base no OWASP Mobile.

Em escala

O app virou canal central do negócio.

  • Feature flags, rollout gradual e testes A/B.
  • Funis de conversão, retenção e NPS no app.
  • Time mobile dedicado em formato de squad.

Do discovery à loja em quatro etapas

  1. 1

    Discovery e prototipação

    Workshops de produto, wireframes interativos e arquitetura técnica com foco em performance e UX nativa.

  2. 2

    Design system mobile

    Componentes reutilizáveis, tokens de design, tema claro e escuro e micro-interações.

  3. 3

    Desenvolvimento e testes

    Sprints com CI/CD, testes E2E com Detox ou Maestro, code review e entrega contínua em staging.

  4. 4

    Release e monitoramento

    Publicação na App Store e no Google Play, feature flags, atualizações OTA e monitoramento de crash e performance.

Perguntas frequentes

Vocês assumem um app que já existe?

Sim. Começamos por code review, assessment de arquitetura e mapa de dívida técnica, com profiling de CPU, memória, rede e bateria. Dali sai um plano de otimização ou de refatoração.

O app se integra com SAP, Salesforce e o nosso ERP?

Sim. Um BFF (backend for frontend) dedicado agrega as APIs, normaliza os dados para o mobile e isola o app do schema do ERP, para que a lógica não seja refeita no iOS e no Android.

Dá para corrigir um bug sem esperar a revisão da loja?

Em apps React Native e Expo, correções na camada JavaScript podem sair por atualização over-the-air, com CodePush ou EAS Update, dentro das regras das lojas. Mudanças nativas passam pelo ciclo normal de release.

O app funciona sem internet?

Pode funcionar. Projetamos apps offline-first, com armazenamento local e sincronização quando a conexão volta.

Apps internos precisam ir para as lojas públicas?

Não. Para apps de uso interno, a distribuição pode ser feita por MDM, como Intune, Jamf ou Workspace ONE, o que reduz o atrito e dá controle sobre os dispositivos.

Vocês alocam especialistas mobile no nosso time?

Sim. Tech lead, desenvolvedores sênior e engenheiros de QA podem entrar no seu time sob demanda ou como squad dedicada, com iOS, Android e QA no mesmo time. Veja os formatos de squad.

Como vocês acompanham o app depois do lançamento?

Com crash e APM em Sentry ou Datadog, eventos e funis de conversão e monitoramento contínuo de tamanho do app, tempo de inicialização e vazamento de memória, com alertas de crash e ANR.

Guia de apps mobile enterprise

Da escolha da tecnologia à publicação nas lojas: arquitetura, segurança, release e design, do jeito que a CCX implementa.

Nativo, React Native, Flutter ou PWA

A escolha depende de três variáveis: latência aceitável, acesso a recursos nativos (câmera, Bluetooth, ARKit, sensores) e velocidade de lançamento. Apps com uso intensivo de hardware, como leitor de código de barras na logística, navegação GPS crítica ou câmera de inspeção, ganham com nativo. Apps de conteúdo e formulário, como e-commerce, ERP mobile e painéis corporativos, rodam bem em React Native ou Flutter. PWA cabe quando o app é essencialmente web e não precisa estar nas lojas.

Para quem precisa de iOS e Android ao mesmo tempo, o padrão é React Native com a New Architecture e módulos nativos pontuais. Flutter para apps fortemente visuais; nativo puro quando há requisito extremo de latência ou SDKs sem versão cross-platform. A decisão sai documentada de um discovery de duas a quatro semanas, com teste de performance e revisão do roadmap de 12 meses.

BFF, observabilidade e segurança mobile

Apps enterprise quase sempre falam com ERP (SAP, Protheus), CRM (Salesforce, HubSpot) e e-commerce (VTEX, Shopify). Um BFF dedicado, em Node/NestJS ou Go, agrega APIs, normaliza os dados para o mobile, controla rate limit e orquestra falhas.

A instrumentação cobre crashes, ANRs, tempo de inicialização, performance de telas, memória e rede, com feature flags para ligar e desligar recursos sem novo deploy. Na segurança: certificate pinning, detecção de jailbreak e root, ofuscação de código, segredos no Keychain e no Keystore e proteção contra depuração em tempo de execução. Em apps financeiros, biometria FIDO2, attestation de dispositivo e prova de vida.

CI/CD mobile, revisão das lojas e release

O pipeline padrão vai do pull request a testes unitários e lint, build em Bitrise, Codemagic ou EAS, distribuição no TestFlight e no Firebase App Distribution, QA manual e testes E2E com Detox ou Maestro, até o release com rollout gradual, de 1% a 10% e depois a todos os usuários.

As regras da App Store e do Google Play mudam com frequência (ATT, LGPD, compras in-app, Data Safety). Mantemos checklists atualizados e revisamos cada submissão antes de enviar. Para apps de uso interno, a distribuição pode ser por MDM, no lugar das lojas públicas.

Design system, acessibilidade e idiomas

O design system nasce no Figma, com tokens exportados para iOS, Android e web, e cobre tipografia, cor, espaçamento, animação, ícones e componentes, documentados em Storybook ou num catálogo Flutter.

Acessibilidade não é opcional: contraste WCAG AA, VoiceOver e TalkBack, Dynamic Type e fonte escalável. A internacionalização cobre português, inglês, espanhol e italiano, com pluralização ICU, formatação por idioma e suporte a escrita da direita para a esquerda quando necessário.

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